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O setor da habitação e serviços, composto maioritariamente por edifícios (160 milhões), é responsável por mais de 40% do consumo de energia da Comunidade Europeia (dados Eurostat, 2010). Desta forma, a climatização dos edifícios constitui uma das maiores causas de utilização de combustíveis fósseis e de emissões poluentes para a atmosfera.

Os edifícios públicos não são exceção neste sector, apresentando sistemas de gestão energéticos deficientes, bem como equipamentos de climatização de baixa eficiência. Esta situação é duplamente negativa, uma vez que os edifícios públicos devem servir de exemplo para os utilizadores e público em geral.

Nas regiões abrangidas pelo projeto PROMOEENER-A, sobretudo em Espanha, o consumo registado no aquecimento e arrefecimento situa-se muito acima da média europeia, sendo a Espanha um dos países mais consumidores de energia em climatização (dados Eurostat, 2009).

A União Europeia, através do Livro Verde da Comissão Europeia, de 22 de Junho de 2005, o Livro Branco de Adaptação às Alterações Climáticas, ou a Diretiva 2002/91/CE, está a trabalhar no sentido de reduzir o consumo de energia, melhorar a eficiência energética e promover a utilização de recursos energéticos endógenos.

Espanha e Portugal estão a legislar em consonância com a Comissão Europeia, através da criação de estratégias e regulamentos relacionados com a eficiência energética e da aplicação do Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior dos Edifícios (SCE) – Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE), especificamente.

No que diz respeito às regiões da Extremadura e Alentejo, é manifestamente importante a implementação de sistemas de climatização eficientes, a promoção da construção bioclimática e a utilização de sistemas de energias renováveis para aquecimento e arrefecimento, servindo de exemplo aos consumidores das regiões da Extremadura, Alentejo e Centro.

Para além disso, estas instalações devem ser efetuadas por empresas locais, de forma a aumentarem as suas competências tecnológicas e desenvolverem serviços avançados de maior valor acrescentado que os atuais.

As administrações regionais devem ser pioneiras na promoção e utilização de recursos energéticos endógenos nas suas regiões (e.g. energia geotérmica, biomassa e energia solar), promovendo simultaneamente o conhecimento da quantidade de recursos disponíveis nas mesmas.
O PROMOEENER-A trabalha a estas linhas, constituindo um exemplo público na implementação de construções bioclimáticas, sistemas altamente eficientes (e.g. bombas de calor geotérmicas) ou sistemas de zero emissões de poluentes, tais como caldeiras de biomassa e sistemas solares para geração de AQS.



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